Veedha ESG – Investimentos Sustentáveis por uma Economia REGENERATIVA.

Por: Luiz Fernando Quaglio

“A civilização humana chegou a uma bifurcação na estrada em que se desloca há tanto tempo. Precisamos escolher um dos dois caminhos. Ambos se abrem para o desconhecido, mas um deles leva em direção à destruição do equilíbrio climático do qual dependemos, ao esgotamento dos recursos insubstituíveis que nos sustentam, à degradação dos valores humanos e à possibilidade de extinção da civilização como a conhecemos hoje. O outro leva para o futuro.”

Al Gore (em “O Futuro”)

John Elkginton, considerado o “pai da sustentabilidade”, em sua participação no Evento Expert ESG da XP, apresentou uma ideia que passou despercebida por muitos. Ao propor três pilares para os negócios do século XXI, disse: “…Os aspectos da responsabilidade nos negócios estão postos, e o que mais ouço dos executivos é a palavra resiliência, seja comercial ou operacional… Porém, não vamos conseguir resiliência no longo prazo se não investirmos no bem-estar dos sistemas e na sua regeneração”.

A provocação nos leva a uma questão natural: mas do que se trata essa “regeneração”?


Regenerar é dar nova existência, restaurar. Portanto, a economia regenerativa é um modelo de negócio que prioriza a renovação e a reutilização. Eliminar os impactos negativos é um movimento regular utilizado por empresas que estruturam sua cadeia de produção em torno de metodologias sustentáveis. No entanto, por causa do estado de esgotamento de recursos, a celeridade dos impactos socioambientais e as desigualdades, mais do que não apenas zerar impactos negativos, é vital criar métodos de gestão, estratégia, e conseguir esforços conjuntos para a materialização de um processo de regeneração eficaz.

Há uma urgência sistêmica para que as necessidades de todas as pessoas sejam atendidas sem que se esgotem os recursos do planeta. Há uma exigência iminente de transformação das empresas na forma de produzir e, em um movimento convergente, uma modificação nos padrões de consumo, inclusive com uma repactuação dos símbolos de status e realização.

MAS COMO?

As empresas são uma das principais formas de organização social por moverem muitos mecanismos – emprego, renda, capital, investimentos –, sendo, por consequência, catalisadoras dessa transposição na direção de um novo tipo de economia. À medida que os consumidores se tornam mais conscientes, também procuram negócios que compartilhem com seus valores. Para os empreendimentos do século XXI é imperativo incluir políticas e práticas que vão além dos ganhos econômicos e impactem positivamente o social e o ambiental. O fundamental é que, na própria concepção de todo e qualquer produto, a questão central seja: “E depois, o que vai acontecer?”. Trata-se de uma verdadeira mutação da economia, que se apoia em processos destrutivos à sociobiodiversidade, para outro modelo cuja base é o conhecimento da natureza, reduzindo o uso da matéria, energia e recursos na oferta de bens e serviços.  

Um Mercado Financeiro Sustentável é crucial nesse processo. É por meio do financiamento que novos vetores trarão luz às bases da economia regenerativa. Com o advento dos Investimentos Sustentáveis – ESG, temos, finalmente, a oportunidade de mudar estruturalmente a produção para um sistema que esteja interligado com as emergências do planeta, o bem-estar coletivo e a sua regeneração, impondo um pacto positivo que deverá se retroalimentar globalmente.


A VEEDHA ESG oferece investimentos alinhados com as estruturas de uma nova economia, a da regeneração. É possível gerarmos rentabilidade com impacto socioambiental positivo.

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