Veedha ESG – Equidade de gênero – uma luta contínua!

Por: Luiz Fernando Quaglio

Só há uma saída que acelere o processo de equidade de gênero: um compromisso intencional dos setores privado, público e sociedade civil com o intuito de apontar valores e ações de políticas efetivas de diversidade para um movimento de inclusão que produza espaços equitativos de desenvolvimento.

De acordo com a Consultoria Resultante¹, o Brasil ainda tem um longo caminho a ser percorrido. Entre 165 empresas analisadas pela Consultoria com cobertura ESG, apenas 19% monitoram e reportam a paridade salarial entre homens e mulheres. Além disso, o país apresenta números abaixo da média global entre conselheiras, apenas 10% (inferior à média de 27% de países como África do Sul e Malásia; ou Canadá, com 30%, e França, 43%). Nas diretorias executivas, 50,3% das companhias não possuem nenhuma mulher, um dado que precisa ser enfrentado.

A falta de representatividade tem correlação direta com questões de produtividade, inovação e índices de retenção de talentos.

Fontes:
1. Consultoria Resultante

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